Classificados, na noite sem fim…

Até aonde um amor pode te levar ?
Quem tem dinheiro vai até o Japão, quem tem Denis vai até o terminal João Dias.

Quarta feira 23 de abril, o São Paulo recebe no Morumbi os colombianos do Atlético Nacional.
O São Paulo jogava para salvar o semestre, conseqüentemente o ano, só vitória interessaria ao tricolor, qualquer resultado adverso, o São Paulo teria que torcer para o fraquíssimo Deportivo Luqueno derrotar  o Audax.

Pouco mais de 25 mil tricolores compareceram ao Morumbi para incentivar o Mais querido rumo a classificação. Quem foi para ver os Eder´s , viu apenas Eder Luis começando como titular.
Jogo chato, jogo feio, pouca emoção, poucas chances de gol. Mesmo jogando mal. o tricolor que precisava do resultado, pressionava e aos 38 do primeiro tempo Alex Silva de cabeça abriu o placar para o São Paulo.
Á partir daí foi só, isso mesmo só, o São Paulo se acomodou e tirou pé, satisfeito com o resultado e com o futuro adversário das oitavas, o Nacional do Uruguai. A única emoção, ou melhor ataque cardíaco, ficou por conta de Richarlysson, belo lançamento para o atacante ccolombiano, Rogério salvou.

Mais uma vez, venceu mais não convenceu, diante das circunstancias, classificar já está de bom tamanho. Ta difícil, muito difícil, porem não está impossível, pode ter certeza que quando os uruguaios abriram o jornal hoje cedo pensaram; “PUTA QUE PARIU, VAMOS PEGAR OS CARAS, VAMOS PEGAR O TRI CAMPÕES. VAMOS PEGAR O SÃO PAULO”

Fim de jogo, todos cansados, alguns gripados, depois de um jogo chato, embora classificados, vamos satisfeitos para casa, errado, a noite estava só começando.
Ahh se eu fosse contar tudo que aconteceu, eu ficaria a noite toda digitando igual um louco; e o pior de tudo é que ninguém acreditaria.
Resumindo bem resumidamente, um nóia perdeu a chave, um gordinho fudeu agente, um simpáticão quis ajudar e fudeu o carro, os caras do estacionamento cansaram e foram embora, o chaveiro diz que vinha, mas não vinha, o gordão foi atrás de chaveiros no Extra, mas rolam fortes boatos que ele estava no habib´s, o carro morreu de vez, portanto só o coxinha móvel funcionava ate o momento, ninguém queria dar uma paulada no estacionamento, chegou a policia, soldado Larri Passos foi ajudar e acabou sendo ajudado, ia ligar a moto, não ligou, quis dar borrachada e quase perdeu os documentos da moto, enquanto isso o guincho ia salvar o gordinho,ia, furou o pneu, o chaveiro chegou, nos salvou, demorou mas deu certo, vamos atrás do gordinho que falou com o “tum tum” a noite toda, seguindo o chaveiro, nos perdemos, quem nos salvou ? o chaveiro, parecia filme de terror, não era, era mais um capitulo da historia de cinco são-paulinos apaixonados e seus convidados, achamos eles,eles não estavam sozinhos, o guincho já estava lá, estava quase acabando, mas para encerrar a noite, estava faltando um milagre, Denis finalmente encontrou o caminho da paz, largou as drogas depois de anos de reabilitação e disse NÃO. Chegamos em casa por volta de 4.15h da manhã, acredite quem quiser.

Cantos e frases para não esquecer:

“TODO CASTIGO PARA CORNO É POUCO, É MUITO POUCO …

“CHAVEIRO, CHAVEIRINHOO, VEM AQUI NO MEU CANTINHO …

“PARABENS”

Não podemos deixar de falar que encontramos ele, a pessoa mais “transparente” do meio futebolístico, VIDRO, que saudade, é sempre bom rever os amigos.

Quarta tem mais, isso é São Paulo, isso é libertadores.

Leonardo Luiz Léo.

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