Estréia no SP09

Dificuldades na Estréia

Dificuldades na Estréia

Olá Tricolores!

 

E o Mais Querido iniciou ontem a jornada rumo a Abu Dhabi. Tudo bem, o Paulistão não leva a Dubai, mas serve de bom preparatório para a Libertadores.

Num jogo morno, sem muito brilho, abrandado pela insistente garoa que não parava de cair no Morumbi, eu e mais 11.401 apaixonados assistimos ao embate contra o fraco Ituano.

O jogo começou bom, com o Tricolor indo pra cima, mostrando que na nossa casa quem manda é o SPFC. Criando boas jogadas pelas laterais, apesar da apatia de Joílson, o time seguia persistindo. Pelo meio, nosso camisa 10 também se movimentava muito bem, armando e criando bons lances. Dagoberto começou o jogo muito bem, se movimentando e driblando bastante. Num desses momentos de rara inspiração, o camisa 25 driblou um meia do Ituano, passou pelo meio de outros dois e passou para Joílson. Este, errou na primeira, mas a bola voltou para ele, que colocou para Borges, armando um pivô perfeito que deixou ele, Hugo Love Fun, na cara do gol para abrir o placar! Aos 11 minutos 1×0 Tricolor. A noite prometia.

Porém, o que se viu depois do gol, foi um outro São Paulo, sem muita criatividade. Tirando alguns chutes de fora de Jean, Hernanes e Hugo, o time se juntou ao ânimo de Joílson e ficou inerte, tocando bola sem muita objetividade. Nessa morosidade, aos trinta e poucos, numa cobrança de falta despretensiosa do time de Itu, saiu o gol de empate, numa rara infelicidade do Grande Miranda. A bola desviou nele, ainda bateu na trave e entrou mansinha nas redes tricolores. Empate.

No segundo tempo, nitidamente o São Paulo sentiu o pouco tempo de preparo e o time ficou pesado. O campo molhado e a garoa incessante contribuíram bastante, é verdade, mas que dava para ser melhor, dava sim.

Joílson nem voltou para o segundo tempo e Wagner Diniz estreou. Dagoberto, inconstante, passou a errar passes de dois metros e foi substituído por Arouca. Os novatos deram novo ânimo ao time, mas sozinhos não conseguiram muita coisa.

Chances foram criadas, o time se apresentou, ainda que lento, mas a bola não entrou. Hugo, Borges, Hernanes e até Arouca tentaram, mas sem êxito. Nosso Capitão bateu uma falta, mas a Sniper ainda não está calibrada para 2009.

E no fim, foi isso: 1×1 na estréia. Mas, com mais treinamento e vigor físico, o time se encaixa. É só dar tempo ao tempo.

Abraços!

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