Faz tempo que não tenho um ídolo nessa posição…
Então rapaziada, hoje vou falar dos matadores. O primeiro que vi foi TONINHO GUERREIRO. Dentro da área não tinha prá ninguém, a bola vinha e ele batia de primeira. Foi pentacampeão paulista, acho que nem o Pelé conseguiu isso. Fez muitos gols com a nossa camisa em 70/71.
Depois dele veio MIRANDINHA, em 73. Chegou sob a desconfiança da torcida, pois vinha de uma interminável má fase no gambá. Mas ele caiu como uma luva no Tricolor. Pedro Rocha lançava e ele marcava. Foi tão bem que disputou a Copa do Mundo de 74. Infelizmente, num jogo contra o América de Rio Preto sofreu uma gravíssima contusão(fratura de tíbia e perônio) que o deixou afastado dos gramados por tres anos. Quando voltou nunca mais foi o mesmo.
Nesse mesmo jogo, no lugar do Mirandinha entrou um negão de quase 1,90 m. Ele mesmo, SERGINHO CHULAPA. Já chegou fazendo dois gols nesse jogo. Isso foi só o começo, pois ele se tornou o maior artilheiro da história do Tricolor. Fazia gol de tudo que era jeito, brigava com todo mundo, enfim, foi um dos meus maiores ídolos. Tive a sorte(e o privilégio) de vê-lo jogar de 1974 a 1982, quando ele foi para o Santos.
Depois do Chulapa, veio Careca, em 83. Grande contratação, ele até que começou bem, mas caiu em desgraça com a torcida após perder dois pênaltis num jogo contra o Gremio. A partir daí começou uma má fase(com seguidas contusões), que só foi terminar no segundo semestre de 1984. A partir daí os gols voltaram, e finalmente ele conseguiu mostrar o mesmo futebol dos tempos de Guarani. Foi um dos principais responsáveis pelos títulos Paulista de 85 e Brasileiro de 86. Depois disso, foi negociado com o Nápoli da Itália.
Aí veio uma longa pausa nessa posição. Apesar de termos conquistado vários títulos nesse período, não tínhamos um grande centroavante. A artilharia era dividida.
Veio o período de vacas magras com a reforma do Morumbi, até que surgiu o DODÔ. Em 97 ele fez 57 gols(a maioria golaço), fato raro nos dias de hoje. Fez dupla infernal com Aristizábal, adorava fazer gol no porco. Mas foi bem só nesse ano, e acabou sendo negociado com o Santos.
Depois veio FRANÇA. Fez muitos gols com a nossa camisa. Tanto fez que hoje é o jogador que tem mais chances de se tornar o maior artilheiro da nossa história, caso volte a jogar no Tricolor. Destaco os dois gols da final contra o gambá em 98, na volta do Rei Raí.
LUIS FABIANOOOOOO – Quem não se lembra do coro ensurdecedor nas arquibancadas do Morumba nos jogos da Libertadores? Esse realmente foi o cara. Era meio Chulapa, fazia gol e era briguento. Não tem como esquecer a voadora que ele deu no cara do River Plate num jogo da Sulamericana. Infelizmente não ganhou títulos, mas deixou a sua marca. Tomara que volte um dia.
Destaco também alguns centroavantes que, se não tiveram o mesmo brilho dos mencionados acima, marcaram presença de alguma forma na nossa história. Falo de LUIZÃO, ALOÍSIO e BORGES.
Luizão foi importantíssimo na conquista da Libertadores de 85, Aloísio era mais carisma do que futebol, mas fez gols importantes também. Nunca vou esquecer o golaço que fez contra o Boca no Morumbi, e o Borges que eu tô falando é o do ano passado, porque o desse ano…
É isso aí. Precisamos de um centroavante URGENTE!!!
abraço.
O Alberto se ta de brincadeira né? citar Dodo, França, Borges e não falar de Mulher e Amoroso e um afronte a memoria do mais querido!!!!!!!!!