SPFC 2 X 2 Sertãozinho – duro de assistir…

Bom dia, rapaziada.

Vocês não têm noção do trabalho que eu tive prá poder assistir a esse jogo horrível. Tudo bem que era a camisa tricolor em campo. Mas se arrependimento matasse…
Pois bem, lá pelas três e meia da tarde caiu um temporal onde eu moro, e faltou energia elétrica. Pensei, até a hora do jogo vai voltar.
Só que a luz não voltou. Eram sete da noite e nada. Resolvi ir até o Zangão ver o jogo. Cheguei lá, e também não tinha luz. E agora?
Saí andando pela Av. Goiás atrás de algum bar que estivesse passando o jogo. Olhava dentro dos bares e era só Faustão, ou algum DVD de pagode ou sertanejo. Afff!!!
Finalmente, em cima da hora, olho dentro de um boteco e vejo a imagem de São Rogério Ceni na TV. Entrei e comecei a assistir ao primeiro tempo. Que dureza…
De repente, gol do André Luiz. Anulado. Impedimento. Não deu nem prá ver o replay. Caiu o sinal da NET. Esperei uns dez minutos e nada. Fui embora.
Voltando pela Goiás, vi outro bar com a TV ligada. Ia começar o segundo tempo. Entrei e pedi uma cerveja.
Gol do Sertãozinho. Era de se esperar, tava dando tudo errado mesmo. Só que o Léo Lima empatou, um golaço. Agora vai, pensei eu.´
Não foi. Gol do Sertãozinho. Perder pro lanterna é demais, mesmo que seja com o time misto.
Mas aí, o homem lá de cima deve ter ficado com dó de mim e botou aquela bola prá dentro, aos 49 do segundo. Não foi o zagueiro que fez contra, foi a mão de Deus. Ufa!!!
Agora, sobre o jogo em si, foi terrível. Foi igual ao jogo contra o Mirassol. Não dá nem prá saber quem pode ficar no banco. Pelo menos agora parece que acabaram-se as experiências. Temos dois jogos em Barueri antes da estréia na Libertadores. Quero ver como o Ricardo Gomes vai armar o meio-campo, com tanta gente da posição.
Prá encerrar, parece que o André Dias vai embora. Uma pena, mas ele merece. Esse honrou a camisa. Muito obrigado mesmo.

É isso aí. Se arrependimento matasse…

VAMO, SÃO PAULO!!!

Sobre o Fanático!

alberto Acompanho o Tricolor desde 1971, ano do bicampeonato paulista. A partir daí, essa paixão me acompanha até hoje. Fui um dos fundadores da Dragões da Real em 1984, sempre que possível indo a maioria dos jogos. O tempo passa, a idade também, mas a paixão continua a mesma. VAMO, SÃO PAULO!!!